quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Memorial Manoel Lino de Paiva
Sítio Serra Nova, Martins/RNO Memorial Manoel Lino de Paiva representa uma homenagem da família do Combatente Manoel Lino de Paiva, da comunidade da Serra Nova e do Município Martins a este herói brasileiro que lutou na Segunda Guerra Mundial, contra o nazi-fascismo. Esse é um patrimônio que a família do Combatente, a comunidade da Serra Nova e do Município de Martins disponibiliza para ser gerenciado com a participação do poder público, estadual e/ou municipal, através dos órgãos responsáveis pelas políticas de cultura e de turismo.
O Memorial tem o objetivo de resgatar, preservar e divulgar elementos da história do Combatente Manoel Lino de Paiva, dos filhos de Martins e do Rio Grande do Norte e, da participação do Brasil nesse conflito que afetou a humanidade de 1939 a 1945.
A casa que abriga o Memorial tem mais de 100 anos e é o lugar aonde nasceu e viveu Manoel Lino de Paiva, com sua família, até sua incorporação ao Exército Brasileiro.
O Memorial foi organizado mantendo a estrutura original da casa, com pequenas adaptações que propiciam melhores condições, para os visitantes apreciarem o estilo de moradia, os objetos, alguns utensílios e móveis do início do século XX.
Na sala principal do Memorial encontram-se objetos e dados biográficos sobre a Segunda Guerra Mundial, sobre os martinenses e norte-rio-grandenses mortos no conflito, sobre pessoas que realizaram ações relevantes na comunidade, no início e meio do século XX e variadas informações culturais.
A visita ao Memorial Manoel Lino de Paiva é uma oportunidade para o visitante conhecer diversos aspectos da cultura brasileira que sugerem reflexões sobre o significado da participação, com heroísmo, dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira em 20 ou mais batalhas vitoriosas na Itália. A visita ao Memorial é, principalmente, uma oportunidade para o visitante homenagear, com a comunidade berço de Manoel Lino, um verdadeiro “herói da pátria”, que doou sua vida por nobres ideais de democracia e liberdade. Fonte: Blog Subindo a Serra.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Um herói da Pátria na luta contra o nazi-fascismo

Chamado para servir ao Exército Nacional, Manoel Lino de Paiva viajou para Natal onde no dia 1o de julho de 1943 foi incorporado a 11a Companhia do Regimento de Infantaria.
O Brasil decidira-se por apoiar as nações aliadas na luta contra o nazi-fascismo. Assim, a FEB - Força Expedicionária Brasileira foi enviada ao Teatro de Operações Europeu.
Convocado para participar da guerra, o filho de Martins não se intimidou diante da heróica missão: “Querido papai, lembre-se que seu filho é (um) soldado e é obrigado a cumprir esta sina” e como que antevendo o sacrifício da própria vida completou: “Me entrego a Deus!” (em carta dirigida ao seu Pai).
Assim, no dia 23 de dezembro de 1944, Manoel Lino de Paiva viajou para Recife. No dia 25, a bordo do paquete D. Pedro II seguiu para o Rio de Janeiro aonde desembarcou no Armazém 13 em 4 de janeiro de 1945 seguindo de trem elétrico para a Vila Militar. O embarque para a Itália ocorreu no dia 8 de fevereiro, num navio de transportes americano.
Manoel Lino de Paiva chegou a Nápoles, na Itália, no dia 23 de fevereiro de 1945. Após uma passagem pela cidade de Bagnolli foi para o norte da Itália, chegando à cidade de Livorno no dia 3 de março. Dirigiu-se então para Spezzia, que fica entre a tradicional cidade de Piza e Florença.
No dia 8 de abril de 1945, Manoel Lino de Paiva chegou a Montese, onde a FEB participaria de umas das mais renhidas batalhas durante a sua ação na 2ª guerra mundial.
O herói destemido de Martins encontrou a glória no dia 14 de abril de 1945, na batalha de Montese, quando foi mortalmente atingido pela artilharia inimiga, falecendo no campo de batalha.
Foi sepultado no cemitério militar brasileiro em Pistóia, na quadra B, fileira 12, sepultura 140, lenho provisório.
O herói norte-rio-grandense que combateu o nazismo foi reconhecido pela Pátria e condecorado com a medalha de Campanha e de Cruz de Combate. No Decreto Lei no 6.795, de 17 de agosto de 1944 (regulamentado pelo Decreto no 16.821, de 13 de outubro de 1944), que lhe concedeu essa última condecoração, lê-se: “Por uma ação de feito excepcional na Campanha da Itália”.
Os restos mortais do martinense Manoel Lino de Paiva permaneceram na Itália até 1960, quando o Presidente da República, Juscelino Kubitschek, resolveu transportá-los do cemitério de Pistóia para o monumento da Força Expedicionária Brasileira (FEB), no Rio de Janeiro.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Subindo a Serra !!!!!!!!!



Foi com a presença de Francisco Martins Roris, em 1742, que o povoado começou a sua evolução. Ao tomar posse das terras da Data Telha, localizadas entre os rios Apodi e Umari, Francisco Martins responsabilizou-se pela construção da capela de Nossa Senhora da Conceição, assumiu o comando da serra e contribuiu muito para desenvolvimento do povoado através da prática de vários trabalhos.
Em 1779, sua atuação naquela região era tão intensa que o povo da localidade de Serra da Conceição, nome oficial do povoado, passou a chamar área de Serra do Capitão Martins ou simplesmente Serra dos Martins. A vontade do povo prevaleceu e tornou-se realidade quando no dia 10 de novembro de 1841, através da Lei nº 71, o povoado desmembrou-se de Portalegre, ao mesmo tempo em que criado o município da Maioridade.
Após seis anos com esta denominação, em 30 de outubro de 1847 o município da Maioridade mudou outra vez de nome passando a se chamar Cidade de Imperatriz, em homenagem à Imperatriz do Brasil. Finalmente, em fevereiro de 1890, a famosa e agradável Serra do Martins passou , definitivamente, para a história com o nome oficial de Martins.
Nas serras úmidas de Martins está um dos climas mais agradáveis do Rio Grande do Norte, de grande potencial turístico em decorrência da situação física, cultural e histórica, mediante exploração a ser feita com incentivos governamentais que sejam orientados à saúde, repouso e boa qualidade de vida durante o período de férias. Fonte: Blog do Subindo a Serra.
domingo, 26 de setembro de 2010
Martins na segunda Guerra Mundial:
No dia 18 de julho de 1945, aportou no Rio de Janeiro o navio General Neighs, trazendo de volta ao país os primeiros brasileiros veteranos da Segunda Guerra Mundial.
Dos 25.334 homens que durante 239 dias lutaram ao lado dos Aliados nos campos da Itália, 465 haviam ficado enterrados em Pistóia. Cerca de 1.500 voltavam mutilados e feridos - como o capitão Hélio de Aquarela do Brasil.
A recepção aos heróis do Brasil foi uma festa de parar as capitais: desfiles tomaram conta das avenidas, chuvas de papel picado caíam sem parar dos edifícios e saudações eufóricas ecoavam das rádios. Nunca se viu nas ruas tantos beijos e abraços emocionados.
O Brasil declarara guerra ao Eixo em 31 de agosto de 1942 - depois de ter vários de seus navios torpedeados e afundados pelos alemães -, mas a decisão de enviar combatentes foi determinada só em 9 de agosto de 1943.
Desde junho desse mesmo ano, no entanto, oficiais superiores vinham sendo treinados em cursos de Estado-Maior de Emergência nos Estados Unidos.
A Força Expedicionária Brasileira (FEB) foi formada por 25.267 homens e 67 mulheres (enfermeiras), dos quais 15.069 formaram a tropa de combate.
Sob comando do general Mascarenhas de Morais, a FEB se incorporou ao 4o Corpo do Exército Americano, que por sua vez integrava o 15o grupo de Exércitos Aliados.
"A cobra está fumando" foi a divisa adotada pelos pracinhas, numa ironia a um ditado que dizia ser mais fácil ver uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra.
Já a Força Aérea Brasileira (FAB), que esteve na guerra com um grupo de pilotos de caça, tinha o lema "Senta a pua".
Primeiro embarque
O projeto inicial era mandar tropas brasileiras para a África, mas com a vitória dos aliados ali em maio de 1943, elas foram então enviadas para a Itália. O primeiro embarque de cinco mil homens ocorreu em 30 de junho de 1944, no Rio de Janeiro, no navio americano General Mann.
Os pracinhas chegaram desarmados à Itália, e só no início de agosto receberam armas e equipamentos mais modernos. Era o início de muitas dificuldades. O padrão militar adotado no Brasil era francês, o que exigiu da FEB um rápido treinamento para adaptação à doutrina, ao armamento e aos equipamentos americanos.
Ajustes de Emergência
Foi preciso também preparar melhor as tropas, ajustar-se ao rigor do inverno e superar as críticas dos americanos, que consideravam os brasileiros carentes de adestramento militar, de instrução e sem preparo físico. A bravura dos pracinhas, no entanto, nunca fora questionada.
O primeiro encontro dos brasileiros com o inimigo aconteceu em 16 de setembro de 1944. Os combates da FEB passaram por quatro fases: no Vale do Arno, na margem oeste do Reno, nos Apeninos (incluindo Monte Castelo) e no Vale do Pó.
A batalha para a tomada de Monte Castelo, que caiu em 21 de fevereiro de 1945 após três tentativas fracassadas, foi o ponto alto da ação bélica brasileira na Itália.
O combate teve início às 5h30 e terminou às 17h30, com os primeiros soldados do Regimento Sampaio alcançando o topo do morro. Foram 87 baixas do lado brasileiro e 23 do alemão.
Em 5 de março, foi tomada Castelnuovo, e em 14 de abril foi a vez da dura batalha de Montese, onde a FEB teve 426 baixas, mas venceu. Dali a FEB tomou Zocca em 21 de abril, e dias depois Marano e Vignolia, na Planície do Pó.
Rendição da divisão alemã
Os pracinhas obtiveram em seguida a rendição, perto de Parma, de uma divisão alemã inteira - dois generais e 14.779 homens, fora armamentos, munição e alimentos, - a vitória em Alessandria, perto de Turim, em 30 de abril, até se encontrarem com os franceses em Susa, perto da fronteira da Itália com a França. Era o fim da campanha do 5o Exército.
A FEB enfrentou na guerra 10 divisões alemães e 3 italianas, fez mais de 20 mil prisioneiros e teve 35 aprisionados, capturou 80 canhões e 1.500 viaturas, avançou mais de 400 km em território italiano e libertou dezenas de cidades e vilas. A FAB cumpriu mais de 400 missões, destruindo 2 aviões, 25 pontes, 85 posições de artilharia, 13 locomotivas e centenas de vagões e 3 refinarias, entre outros objetivos militares.
Ao retornarem ao Brasil, os heróis brasileiros encontraram um país ainda em contradição: o mesmo Brasil que lutara contra o totalitarismo mantinha internamente um regime autoritário sob o controle de Getúlio Vargas.
Os tempos eram outros e a realidade do país em breve mudaria. Fonte: Blog do Subindo a Serra.
sábado, 25 de setembro de 2010
30 DE SETEMBRO: LIBERTE-SE DA CORRERIA COTIDIANA NA REDE SABINO PALACE
A rede hoteleira traz opções acessíveis para uma viagem de descanso nas belezas do RN.
Dia 30 de setembro, data da libertação da escravatura em Mossoró. Um feriado ótimo para você se libertar da correria do dia-dia. A Rede de Hotéis Sabino Palace traz opções acessíveis para fazer uma viagem pelo interior do RN. Escolha seu destino: Martins, Areia Branca ou Apodi.
Para Areia Branca, a viagem é rápida e você pode admirar as belezas da região costa branca no Hotel Costa Atlântico que tem localização estratégica, a beira-mar. Um litoral vasto e cheio de riquezas naturais, com paisagens exuberantes, entre dunas e falésias. Em Martins, ao chegar cedinho à cidade serrana, dá tempo de você aproveitar o friozinho gostoso do ambiente e descansar no Hotel Serrano. Lá, a dica é um passeio ecológico pelos mirantes, a casa de Pedra ou até mesmo um banho pelas piscinas do hotel.
Já a cidade de Apodi, há poucas horas de Mossoró, combina bem com tour histórico pelo Sítio Arqueológico Lajedo de Soledade. Você ainda pode dar uma paradinha pelo Hotel Lajedo e desfrutar da nova área de lazer, um programa prático e divertido com a família e amigos.
Opções não faltam para fazer do seu feriado um dia diferente e produtivo, além de conhecer um pouco mais das terras potiguares. Agende-se e faça sua reserva pela central de atendimento: (84) 3323-0800. Sinta o Rio Grande do Norte bem mais perto de você! Fonte: Soraya Vieira
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Martins Realiza o I Fórum Comunitário Rumo ao Selo UNICEF Edição 2009-2012
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Serra de Martins, uma beleza ao seu alcance !

segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Campos do Jordão do Rio Grande do Norte

A Serra de Martins, considerada a Campos do Jordão do Rio Grande do Norte, está localizada numa região serrana do Médio Oeste Potiguar, a 362 quilômetros de distância da capital.
Seu clima excelente, de ar puro e agradável, faz de Martins um ótimo local para se visitar. O visitante sobe a serra e desfruta da hospitalidade de seu povo e com certeza tem vontade de retornar. A visão geral da região pode ser apreciada a partir do hotel da cidade.
Outros pontos que merecem atenção turística são a Gruta da Trincheira e a estrada da subida da serra, a famosa Casa de Pedra, Pedra Rajada, Pedra do Sapo, Reserva Ecológica do Sr. Clezinho, o Nicho de Nossa Senhora do Livramento, o Museu Histórico, o Museu Demétrio Lemos, os Mirantes do Canto e da Carranca e a Trilha do Pôr-do-Sol.
Os festejos juninos também merecem atenção. São comemorados com muita animação, fogueiras, fogos de artifícios e comidas típicas. Quando chega dezembro, tem a grande festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, com muita fé e religiosi